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1º
GDA cabe realizar operações de defesa aérea,
de forma a negar a utilização do espaço aéreo
brasileiro por forças externas, para a prática
de atos hostis contra o Brasil ou que sejam
contrários aos interesses da Nação. Além
disso, o 1º GDA executa eventualmente outras
operações ligadas à manutenção da
superioridade aérea e ataque ao solo.
O Esquadrão Jaguar, como também é chamado,
mantém aeronaves em alerta ininterrupto, 24
horas por dia, para executar missões ao que lhe
é atribuído, trabalhando em conjunto com
outras unidades de interceptação, alarme
antecipado e controle de tráfego aéreo. Essas
aeronaves, armadas e pré-aquecidas, são
alojadas em hangares especiais, logo na
cabeceira da pista. O tempo de reação é de 5
a 10 minutos, desde o alarme até a decolagem.
A área das missões inclui o centro do poder no
Distrito Federal, o complexo industrial-energético
da Região Sudeste, mais os bolsões de
atividades estratégicas no Centro-Oeste,
Noroeste e Centro-Norte.
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Em média são feitas até 8 decolagens
por dia. Quase todas operações dedicadas ao
treinamento dos pilotos que compõem o quadro do
GDA. Mas há saídas reais, de identificação
de aeronave intrusa, clandestina, sem plano de vôo
e em atitude hostil. Embora os procedimentos da
operação sejam padronizados, quando está
engajado na tarefa de interceptação, "o
Jaguar ruge diferente", segundo o coronel
José Sobrinho, piloto de uma das turmas dos
anos 80. |